Coincidência de datas e legado emocionam o brasileiro
Augusto Farfus lamentou recentemente a morte de Alessandro Zanardi, aos 59 anos, e destacou como o dia 1º de maio voltou a marcar a despedida de um ídolo do automobilismo.
- Em resumo: Farfus ressaltou o simbolismo da data e enalteceu o caráter inspirador do amigo.
- Vale destacar: Zanardi brilhou na F1, foi bicampeão da CART e conquistou quatro ouros paralímpicos.
Data fatídica reacende memórias no esporte a motor
O piloto da BMW no WEC relembrou que 1º de maio já havia ficado marcado pela morte de Ayrton Senna, em 1994. A nova perda reforça, segundo ele, “uma sensação de vazio” que volta a ecoar no paddock. Como registrou o portal Globo Esporte, o calendário do esporte continua a associar a data a despedidas dolorosas.
“Parece que o mundo faz com que os heróis nos deixem no dia 1º de maio”, declarou Farfus, ainda abalado pela notícia da morte de Zanardi.
Legado multicampeão de Zanardi ultrapassa as pistas
Zanardi construiu trajetória ímpar. Na Fórmula 1, competiu por Jordan, Minardi, Lotus e Williams. Na CART, dominou ao faturar os títulos de 1997 e 1998. Mesmo após o grave acidente de 2001 que resultou na amputação das pernas, ele retornou ao volante em provas de turismo e migrou para o paraciclismo, onde somou quatro medalhas de ouro e duas de prata em Jogos Paralímpicos.
A versatilidade e a resiliência do italiano fizeram dele referência para atletas que buscam superação dentro e fora das pistas. Farfus reforçou que “Alex ensinou a todos que o impossível pode ser apenas questão de perspectiva”.
O que você acha? Qual legado Alex Zanardi deixa para o automobilismo mundial? Para continuar acompanhando a cobertura completa de corridas e bastidores, acesse nossa editoria de automobilismo.
Crédito da imagem: Divulgação / BMW Motorsport