Campeão mostra incômodo com regras que ampliam uso de energia elétrica
Max Verstappen – Nos últimos dias, o tetracampeão expôs de novo suas reservas quanto às mudanças técnicas previstas para 2026 e admitiu que ainda não garante presença no grid após a virada de regulamento.
- Em resumo: holandês chama pacote de 2026 de “anti-corrida” e compara à Fórmula E.
- Vale destacar: questionamento coloca em xeque sua permanência mesmo com contrato em vigor.
Regulamento de 2026 mantém campeão na defensiva
Durante a pré-temporada, Verstappen qualificou o futuro regulamento – que aumentará a dependência do motor elétrico e reduzirá a potência do propulsor a combustão – como um risco ao espetáculo. A crítica ganhou eco novamente à medida que a FIA detalha como será a condução de energia híbrida, tema amplamente discutido em publicações especializadas como a GE Motor.
“É anti-corrida, parece uma Fórmula E com esteroides”, disparou o piloto, reforçando o desconforto com o modelo que privilegia a gestão de bateria e limitações de combustível.
O que está em jogo para Verstappen e para o grid
A rigidez no uso de energia elétrica exigirá dos pilotos um controle mais estratégico de ultrapassagens e, segundo Verstappen, pode “matar” o instinto competitivo. Mesmo atrelado à Red Bull até 2028, o holandês sinaliza que reavaliará o compromisso caso as novas diretrizes não atendam às suas expectativas de performance pura.
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Crédito da imagem: Divulgação / Formula 1