Dirigente rubro-negro relata ambiente hostil e pede rigor em jogos fora do Brasil
Flamengo – Em entrevista concedida logo após o empate por 1 a 1 contra o Estudiantes, na Argentina, o diretor de futebol José Boto acusou a arbitragem de permitir lances violentos que deixaram atletas cariocas repletos de hematomas, levantando um debate sobre critérios distintos na Conmebol.
- Em resumo: Boto diz que o elenco “saiu de uma guerra”, criticando falta de expulsões em entradas duras.
- Vale destacar: Rubro-Negro lidera o Grupo A com sete pontos, mas acende alerta sobre condição física dos jogadores.
Críticas diretas à condução do árbitro chileno Piero Maza
Para o dirigente, duas jogadas foram simbólicas da permissividade: a tesoura de Farías em Emerson Royal e a falta sem bola de Palacios em Bruno Henrique, ambas punidas apenas com amarelos. Em fala à imprensa, ele cobrou uniformidade de critérios na competição sul-americana, lembrando que, fora da Argentina, lances semelhantes costumam gerar expulsão imediata.
“Estamos com vários jogadores cheios de hematomas, parece que saíram de uma guerra. Há dois lances de cartão vermelho claríssimos que o árbitro ignorou. A Conmebol precisa olhar para isso”, disparou José Boto.
Liderança mantida, mas desgaste preocupa o restante da fase de grupos
Mesmo com o resultado, o Flamengo segue no topo da chave, dois pontos à frente do Estudiantes. Independiente Medellín e Cusco completam o grupo e ainda se enfrentam para fechar a terceira rodada. Com jogos de ida e volta ainda por disputar, a comissão técnica teme perda de atletas por contusão em um calendário já apertado e promete levar o dossiê de faltas ao departamento jurídico do clube.
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Crédito da imagem: Divulgação / Flamengo