Crítica expõe temor de que o modelo empresarial vire “atalho” financeiro
Ney Franco — Em entrevista recente, o ex-treinador do Flamengo afirmou que algumas Sociedades Anônimas do Futebol estariam sendo adotadas apenas para livrar clubes de pendências trabalhistas, acendendo o alerta para profissionais e torcedores.
- Em resumo: técnico diz que a SAF virou “porta de saída” para dívidas.
- Vale destacar: dois clubes teriam deixado de honrar acordos com ele após a transformação societária.
“Calote disfarçado”: a denúncia de Ney Franco
Ao programa da ESPN, o comandante foi direto ao ponto e questionou o discurso de salvação financeira que costuma acompanhar a chegada de investidores.
“Vendeu-se a imagem de que a SAF salvaria o futebol brasileiro. Na prática, estamos vendo clubes usarem o modelo para dar calote em profissionais.” — Ney Franco
Contexto: debate sobre SAF ganha força no Brasil
A fala surge em meio a litígios envolvendo equipes que migraram para o formato empresarial, reforçando dúvidas sobre transparência e responsabilidade. Embora algumas SAFs apresentem números positivos, outras ainda lutam para equilibrar fluxo de caixa e manter pagamentos em dia, o que alimenta o ceticismo de técnicos e atletas.
O que você acha? O modelo SAF realmente protege o futebol ou cria novos riscos? Para seguir acompanhando análises e bastidores do esporte, acesse nossa editoria de futebol.
Crédito da imagem: Divulgação / ESPN