Triunfos consecutivos elevam moral da Ucrânia no circuito feminino
Marta Kostyuk e Elina Svitolina — as duas maiores representantes do tênis ucraniano — conquistaram, em semanas seguidas, os WTA 1000 de Madrid e Roma, resultados que mudam o patamar da dupla às vésperas de Roland Garros.
- Em resumo: Kostyuk levantou seu 1º WTA 1000 na Caja Mágica e comemorou com um backflip.
- Vale destacar: Svitolina superou adversárias do Top 10 para erguer o troféu no Foro Itálico.
Explosão de alegria em Madrid e Roma
Aos 21 anos, Kostyuk ignorou o favoritismo de rivais mais experientes e, na final espanhola, virou o jogo para selar a maior conquista de sua carreira. A festa ficou ainda mais marcante quando a ucraniana executou um mortal para trás que incendiou a torcida — cena que viralizou nas redes e foi destacada pelo portal ge.
Kostyuk tornou-se a primeira ucraniana a ganhar um WTA 1000 desde 2017, quando Svitolina havia vencido em Roma.
Svitolina renasce em grande estilo
Recém-retornada ao circuito após a maternidade e em meio aos impactos da guerra em seu país, Svitolina mostrou experiência na capital italiana. A ex-número 3 do mundo derrubou três cabeças de chave em sequência, incluindo uma vitória em sets diretos sobre a atual líder do ranking nas semifinais, antes de confirmar o título no domingo.
Com os pontos somados, a jogadora de 29 anos volta ao Top 20 e chega ao saibro parisiense como nome a ser temido — ela já foi semifinalista em Roland Garros duas vezes.
Impacto imediato na corrida para Roland Garros
Os títulos ampliam a expectativa de um feito inédito: duas ucranianas nas quartas de final de um Slam. Kostyuk, agora top 15 na temporada, ganhará cabeça de chave em Paris, enquanto Svitolina passa a ameaçar a liderança da Corrida WTA caso mantenha o ritmo.
O que você acha? Será que a força de Kostyuk e Svitolina no saibro se transformará em campanha histórica na França? Para acompanhar todas as notícias do circuito, acesse nossa editoria de tênis.
Crédito da imagem: Divulgação / WTA