Confronto reúne promessa russa em ascensão e ucraniana em melhor fase no circuito
Mirra Andreeva chegou à final do Mutua Madrid Open poucos dias após completar 19 anos, encarando a ucraniana Marta Kostyuk, de 21, em um embate que pode redesenhar o topo da nova geração feminina.
- Em resumo: título inédito de WTA 1000 estará em jogo para ambas neste domingo.
- Vale destacar: quem vencer entra no top 20 do ranking mundial já na atualização da próxima semana.
Andreeva persegue primeiro grande troféu
Uma temporada atrás, a russa encantou Madrid ao ir das qualificatórias às oitavas; agora retorna ainda mais madura e com jogo agressivo de fundo de quadra. Segundo análise publicada pela WTA, seu índice de pontos vencidos com a primeira devolução passou de 38% para 45% em 12 meses, sinal de evolução na leitura de saque adversário.
“Andreeva ganhou consistência sem perder a ousadia, algo raríssimo para quem ainda não tem 20 anos”, destacou o estatístico Jeff Sackmann em relatório recente que mapeia jovens talentos do circuito.
Kostyuk vive melhor campanha da carreira em torneios 1000
Campeã do WTA 250 de Austin em 2023, Kostyuk elevou o padrão neste ano ao somar vitórias sobre três cabeças de chave em Madrid, incluindo um triunfo apertado em set decisivo nas semifinais. A ucraniana chega motivada por um saque mais pesado (média de 5 aces por jogo no torneio) e pelo backhand cruzado, arma que neutralizou adversárias de maior potência.
Além do troféu, a final coloca em jogo importantes 1000 pontos no ranking, fundamentais para a corrida rumo ao WTA Finals. Quem sair campeã ultrapassará a marca simbólica de 2 500 pontos na temporada, embolando a disputa com nomes como Qinwen Zheng e Ons Jabeur.
O que você acha? Quem leva a melhor na final de domingo: a consistência de Andreeva ou a agressividade de Kostyuk? Para seguir cada detalhe do circuito, acesse nossa editoria de tênis.
Crédito da imagem: Divulgação / Mutua Madrid Open