Holandês vê revisão da FIA incapaz de reduzir disparidades em pista
Max Verstappen — Em análise recente, o campeão mundial avaliou que a atualização do regulamento técnico de 2026 pouco altera o cenário atual e deixa questões-chave, como diferenças de velocidade e dificuldade de ultrapassagem, praticamente intactas.
- Em resumo: Para Verstappen, as mudanças propostas “só fazem cosquinha” nos desafios que a F1 enfrenta.
- Vale destacar: A FIA revisou regras durante a pausa de abril, mas decidiu evitar “reação impulsiva”.
Classificação e aproximação continuam no centro da crítica
O holandês direciona suas maiores queixas ao formato de classificação e às variações de velocidade entre carros, pontos que a entidade pretende mitigar, mas que, na visão do piloto, permanecem frágeis. Em entrevista após a revisão, ele apontou que, mesmo com novos motores híbridos e aerodinâmica ativa, “o show” não mudará se a competitividade seguir dependente de ar sujo e pneus frágeis, conforme noticiado pela ESPN.
“As corridas são divertidas, mas essas alterações não tocam nos verdadeiros problemas. É como fazer cosquinha em algo que precisa de uma cirurgia”, disparou o tricampeão, ressaltando preocupação com a diferença de velocidade de aproximação nos duelos roda a roda.
Por que o pacote de 2026 ainda gera apreensão no paddock
O novo regulamento promete motores 50% elétricos, combustível 100% sustentável e asas que mudam de configuração automaticamente. A intenção é permitir carros mais leves e economizar energia, mas equipes temem aumento de peso por baterias e custos extras de desenvolvimento. Além disso, a Red Bull de Verstappen lidera folgada na temporada atual, e ajustes superficiais podem consolidar a vantagem ao invés de nivelar o grid.
O que você acha? As regras de 2026 vão mesmo equilibrar a Fórmula 1 ou reforçar o domínio já existente? Para mais análises sobre o futuro da categoria, acesse nossa editoria de automobilismo.
Crédito da imagem: Divulgação / FIA