Tensão diplomática e logística marcam anúncio histórico
Fifa – Gianni Infantino confirmou que a seleção do Irã disputará suas partidas em território norte-americano na Copa do Mundo de 2026, coorganizada por Estados Unidos, Canadá e México, mesmo após a delegação iraniana ter sido barrada na imigração canadense.
- Em resumo: Presidente da entidade descartou alterar sedes e reforçou a participação iraniana nos EUA.
- Vale destacar: Decisão surge em meio a protestos de opositores do regime iraniano e a discussões sobre vistos para comitivas oficiais.
Desafios de vistos e protestos já rondam o Mundial
A ausência do presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, no congresso da Fifa em Toronto acendeu o sinal de alerta sobre possíveis barreiras de imigração durante o torneio de 48 seleções. Segundo Infantino, “temos de nos unir”, reiterando que o formato inédito exigirá deslocamentos constantes entre três países. Especialistas lembram que situações semelhantes ocorreram em eventos recentes, como destacou reportagem da ESPN brasileira.
“É claro que o Irã participará da Copa do Mundo da Fifa 2026. E é claro que o Irã jogará nos Estados Unidos da América”, enfatizou Gianni Infantino durante o congresso.
Impacto na logística da Copa de 48 seleções
Com a expansão para 104 partidas, cada detalhe logístico ganha peso extra. A Fifa rejeitou pedido iraniano para atuar em sedes alternativas fora dos EUA, mantendo o calendário original. Além das questões diplomáticas, a entidade precisa alinhar protocolos de segurança e vistos para atletas, comissões e torcedores, enquanto grupos de manifestantes prometem ampliar a pressão até o pontapé inicial.
Os jogos do Mundial terão transmissão no Brasil pela Band, reforçando o interesse dos torcedores no tema desde agora.
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Crédito da imagem: Divulgação / Fifa