Queda de tempo nas curvas vira obsessão da equipe austríaca nesta abertura de campeonato
Pedro Acosta – Sensação da nova geração da MotoGP, o espanhol avaliou que a KTM ainda perde preciosos décimos nas curvas, fator que mantém a Aprilia confortável na liderança nas primeiras provas de 2026.
- Em resumo: Acosta cobra evolução no chassi e na entrega de potência em curva para igualar o ritmo da rival italiana.
- Vale destacar: A diferença ao fim das retas caiu, mas o tempo perdido na entrada e na saída de curvas persiste.
Curvas seguem travando desempenho da KTM
Depois de testar novos mapas eletrônicos e avanços aerodinâmicos, Acosta apontou que a principal lacuna continua no meio de curva. Em entrevista pós-GP, ele explicou que a moto ainda “vira tarde” e exige correções que comprometem a saída, algo visível nos dados de telemetria divulgados pelo paddock e analisados pelo portal ge.globo.com/motor.
“Se entrarmos melhor na curva, todo o restante do pacote – motor, aerodinâmica e pneus – já está no nível para brigar com a Aprilia”, destacou o espanhol.
Por que o ajuste é crucial na luta pelo título de 2026
Com a Aprilia abrindo vantagem nas duas primeiras etapas, cada centésimo nas seções sinuosas pode alterar o cenário do campeonato. A KTM já mostrou força em circuitos de alta velocidade, mas o calendário desta temporada inclui pistas técnicas como Sachsenring e Misano, onde a eficiência em curva costuma decidir corridas e, por consequência, o destino dos pontos no Mundial de Construtores.
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Crédito da imagem: Divulgação / KTM