Histórico mostra que repetir a façanha é raro, mas 2024 pode surpreender
Roland Garros – O Grand Slam francês volta a colocar em quadra um grupo seleto de tenistas que já sentiram o gosto da maior glória do esporte, mas apenas uma vez. Agora, eles retornam a Paris tentando provar que o título anterior não foi obra do acaso.
- Em resumo: campeões de um único Major tentam repetir o feito na capital francesa.
- Vale destacar: a última década teve poucos “bicampeões relâmpago”, reforçando o peso da missão.
Expressão “one-slam wonder” ainda pesa no circuito
O rótulo surgiu como elogio, mas logo virou cobrança. Como relata a matéria original, a alcunha identifica quem “teve todos os pinos alinhados” em uma única quinzena perfeita. Especialistas lembram que, desde a Era Aberta, mais da metade dos atletas que venceram apenas um Grand Slam nunca voltaram sequer à semifinal em Paris. Em torneios de piso lento, a consistência é posta à prova em dados compilados pelo portal ge, que revelam queda acentuada no percentual de vitórias desses campeões fora de seu ano mágico.
“É o maior elogio canhoto do tênis”, diz o texto original, “tão grandioso que virou também um toque de ironia para quem viu as engrenagens se encaixarem uma única vez”.
Por que a busca pela segunda taça é tão complexa?
Além da pressão psicológica do rótulo, Roland Garros oferece variáveis implacáveis: transição de superfícies em calendário apertado, jogos longos sob clima instável e a presença de especialistas no saibro que elevam o nível tático da disputa. Some-se a isso a exigência física; estatísticas apontam que partidas em Paris duram, em média, 20% mais do que nos demais Majors, exigindo fundo de quadra sólido.
O que você acha? Algum desses “one-slam wonders” quebrará o estigma em Paris? Para acompanhar todas as novidades do saibro, acesse nossa editoria de tênis.
Crédito da imagem: Divulgação / ATP Tour