Americano reforça alerta sobre “equipes A e B” e pressiona FIA por regras claras
McLaren – Em declarações recentes, o CEO Zak Brown voltou a mirar a possível compra de uma fatia da Alpine pela Mercedes, afirmando que a prática ameaça a integridade da Fórmula 1 e distorce a competição.
- Em resumo: Brown teme que times com o mesmo acionista compartilhem dados e recursos, criando vantagem desleal.
- Vale destacar: O dirigente já havia se posicionado contra alianças similares em debates sobre o futuro regulamento.
Modelo “A e B” compromete equilíbrio, diz Brown
O norte-americano classifica parcerias acionárias entre rivais como um “atalho” perigoso. Para ele, a F1 corre o risco de ver equipes satélite trabalhando em prol de uma escuderia principal, algo que, na prática, poderia burlar o teto de gastos e o limite de desenvolvimento. Como lembrou o executivo, situações semelhantes já geraram discussões no canal especializado da ESPN sobre transparência técnica.
“Esse tipo de acordo coloca em xeque a integridade do esporte”, reforçou Brown, referindo-se à perspectiva de que Mercedes e Alpine passem a compartilhar interesses estratégicos na categoria.
Alpine busca capital em meio a temporada instável
A equipe francesa vem de mudanças internas e procura novos investidores para elevar seu orçamento. Em 2023, terminou na sexta posição do Mundial de Construtores e, nesta temporada, luta para se aproximar do pelotão intermediário. A entrada de um sócio de peso, porém, reabre o debate sobre equilíbrio esportivo e independência técnica entre as dez escuderias do grid.
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Crédito da imagem: Divulgação / F1