Britânico antecipa como driblar os novos limites técnicos e retomar o protagonismo
Lando Norris – em conversa recente, o piloto da McLaren revelou quais ajustes de pilotagem e de acerto serão vitais para extrair performance máxima do futuro regulamento de 2026, ao mesmo tempo em que reconheceu que os dois quintos lugares obtidos nas três primeiras provas de 2024 ficaram aquém do que a equipe esperava.
- Em resumo: Norris indica que dominar a gestão de energia e o efeito solo será chave no novo carro.
- Vale destacar: Britânico admite frustração com o início de temporada, mas aposta no projeto 2026 para mudar de patamar.
Segredo passa pela combinação de efeito solo e unidade híbrida
Segundo o britânico, entender como o aumento da parcela elétrica — que chegará a 50% da potência total — interage com a aerodinâmica ativa será “decisivo para quem quiser largar na frente”. A partir de 2026, os carros ficarão mais leves, terão asa traseira móvel ampliada e baterias de alta densidade, fatores que “vão exigir pilotagem mais suave nas curvas de alta”, explicou o piloto. Informações detalhadas sobre o novo conjunto de regras podem ser conferidas no portal ge.globo.com/motor/, que acompanha a evolução do regulamento.
“Quem entender primeiro o ponto exato de reaproveitar energia na frenagem e manter o chassi plantado no asfalto deve abrir vantagem imediata”, analisou Norris.
Início irregular de 2024 reforça senso de urgência na McLaren
Os resultados recentes — dois quintos lugares nas três primeiras etapas — mostraram que a McLaren ainda precisa ganhar ritmo de corrida para lutar por pódios constantes. A distância para Red Bull e Ferrari permanece significativa, e a luta interna com Mercedes e Aston Martin promete ser acirrada até a introdução do novo carro.
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Crédito da imagem: Divulgação / McLaren F1