Bastidor ferve no Morumbi enquanto diretoria faz contas e teme impacto político
São Paulo – A pressão por resultados transformou o futuro de Roger em pauta urgente no Morumbi, mas o alto valor da multa rescisória mantém o treinador, por ora, no cargo e expõe rachaduras na cúpula tricolor.
- Em resumo: a multa é vista como principal obstáculo para a troca imediata de técnico.
- Vale destacar: Dorival Júnior, desempregado, já é tratado como “sombra” e pode assumir caso a diretoria decida pela ruptura.
Multa milionária freia decisão e ameaça clima político
O contrato de Roger prevê um pagamento elevado em caso de rescisão, cifra considerada impeditiva por parte do conselho. Segundo apuração da ESPN, conselheiros temem que o gasto comprometa o orçamento planejado para a temporada e até respingue em dirigentes que bancaram a continuidade do treinador.
“A situação financeira não permite erro. Qualquer demissão agora impacta diretamente no caixa e na imagem de quem aprovou o projeto”, revelou à reportagem uma fonte ligada ao departamento de futebol.
Dorival observa de longe e cartolas se sentem pressionados
Fora do mercado desde a última passagem pelo Flamengo, Dorival Júnior acompanha a movimentação e é apontado como nome de consenso entre grupos políticos do clube. A possibilidade de acerto aumenta a tensão interna: há quem veja na eventual troca uma chance de oxigenar o elenco, enquanto aliados de Roger defendem mais tempo de trabalho para reagir na temporada.
O momento é delicado. Eliminações recentes e oscilações no desempenho aumentaram a insatisfação da torcida, que começa a cobrar publicamente a diretoria. Pessoas próximas ao presidente alertam que, se a mudança não acontecer logo, a crise poderá derrubar não apenas o técnico, mas também dirigentes responsáveis pelo futebol.
O que você acha? Trocar o treinador agora é a melhor saída ou o São Paulo deve bancar Roger até o fim da temporada? Para seguir acompanhando o dia a dia tricolor, acesse nossa editoria de futebol.
Crédito da imagem: Divulgação / São Paulo FC