Ex-lateral descreve insegurança inicial e compara desafios entre base e elenco principal
Filipe Luís – Em um evento da Conmebol, o treinador do Flamengo admitiu que, ao trocar as chuteiras pelo quadro tático, viveu dias de incerteza que quase o fizeram desistir já na primeira semana.
- Em resumo: falta de metodologia para transformar ideias em treino quase derrubou o técnico no início.
- Vale destacar: ele considera mais simples trabalhar com o elenco profissional do que com atletas da base.
Primeira semana quase o derrubou
Ao relatar o começo de 2024 na divisão de base rubro-negra, Filipe Luís lembrou que se sentiu “perdido” ao perceber que não dominava a construção de sessões práticas. A solução foi buscar o auxiliar Iván Palanco, especialista em metodologia, movimento comum em clubes de ponta segundo análise do ge.globo.
“Eu pensava que sabia tudo. Na primeira semana saí quase chorando, porque não via resultado nos treinos da base. Foi uma lição de humildade.” – Filipe Luís
Estrelas entendem mais rápido, diz treinador
Já no comando do elenco principal, o técnico afirma que a exigência dos jogadores consolidados ajuda o trabalho a fluir. Para ele, atletas que “jogam a vida dos filhos” cobram detalhes, entendem funções e assimilam conceitos com velocidade – algo que encurtou a adaptação quando assumiu o time profissional, considerado por Filipe “o melhor elenco da América do Sul”.
O Flamengo vive fase de transição após títulos recentes, mas mantém expectativa alta no Campeonato Brasileiro e na Libertadores. A experiência do ex-lateral, multicampeão na Europa, pode ser decisiva para reorganizar o grupo após a saída dele em março, quando a diretoria optou por novo comando.
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Crédito da imagem: Divulgação / Flamengo