Entidade responde a queixas sobre impostos altos e custo de operação nos EUA
Fifa – Em reunião marcada para 28/04/2026, em Vancouver, o Conselho da entidade aprovará um aumento inédito nas premiações e nas taxas de participação da Copa do Mundo de 2026, aliviando a pressão de federações que temiam prejuízos com a competição que terá transmissão da Record no Brasil.
- Em resumo: valores que já eram recordes, US$ 727 milhões, serão reajustados para reduzir impacto de impostos estaduais norte-americanos.
- Vale destacar: cada uma das 48 seleções receberá cota fixa superior aos atuais US$ 10,5 milhões, e a campeã embolsará mais de US$ 50 milhões.
Pressão europeia força revisão de cifras
Federações de peso como a inglesa e a alemã lideraram o coro por mudanças, alegando que a carga tributária de até 13,3% em estados como a Califórnia poderia zerar o lucro de quem não chegasse às semifinais. Segundo o jornal britânico, a resposta da Fifa veio antes mesmo da votação formal. Em comunicado, a entidade afirmou que negocia “aumento das receitas disponíveis para todas as associações classificadas”.
“Estamos finalizando um pacote financeiro que assegure sustentabilidade a todas as 211 federações membros, independentemente do desempenho esportivo”, afirmou um porta-voz ao Guardian.
Por que isso importa para a Copa 2026?
Com jogos espalhados por Estados Unidos, Canadá e México, as delegações terão deslocamentos longos, centros de treinamento caros e tributações distintas. O reajuste diminui o risco de cortes internos em programas de base ou categorias femininas, que costumam bancar parte dos custos usando o prêmio da Copa masculina.
O que você acha? A nova premiação será suficiente para cobrir o “custo EUA” das seleções? Para seguir de perto todas as novidades do torneio, visite nossa editoria de futebol.
Crédito da imagem: Divulgação / Fifa