Lista de lesionados cresce e faz técnicos repensarem convocações para o Mundial
Copa do Mundo 2026 – A menos de dois anos para a bola rolar na América do Norte, o torneio já contabiliza baixas de peso. Lesões graves confirmaram a ausência de nomes como Rodrygo, Luka Modric e Serge Gnabry, enquanto outras estrelas correm contra o relógio para não perder a competição.
- Em resumo: Seleções tradicionais somam desfalques em todas as linhas, do ataque à defesa.
- Vale destacar: Casos recentes, como o de Xavi Simons, elevam a preocupação com a preparação física dos elencos.
Brasil, França e Argentina lideram a lista de problemas
O Brasil já sabe que não contará com Rodrygo — o atacante do Real Madrid rompeu ligamentos do joelho direito em março e só volta em 2027. Na zaga, Éder Militão tenta evitar cirurgia após lesão muscular na coxa, mas a presença no Mundial segue incerta.
Pela França, Hugo Ekitike (Liverpool) rompeu o tendão de Aquiles nas quartas da Champions e ficará até um ano fora. Para agravar, Kylian Mbappé trata lesão na coxa esquerda, embora a previsão médica seja de retorno antes da convocação final.
Atual campeã, a Argentina perdeu dois titulares na defesa: Juan Foyth (tendão de Aquiles) e Cristian Romero (ligamento cruzado do joelho). São baixas que obrigam o técnico Lionel Scaloni a buscar alternativas experientes.
Rodrygo sofreu “rompimento do ligamento cruzado anterior e do menisco” e não terá tempo hábil de recuperação antes do Mundial, confirmou o departamento médico do Real Madrid.
México, Espanha, Alemanha e outros também sofrem
Na Espanha, o atacante Samu, do Porto, operou o joelho direito e ficará toda a próxima temporada em recuperação. Já Lamine Yamal preocupa a Fúria após contusão muscular no duelo com o Celta.
A Alemanha não contará com Serge Gnabry, que rompeu o adutor na Champions pelo Bayern. A lista ainda inclui o croata Luka Modric (duas fraturas no rosto jogando pelo Milan) e o holandês Xavi Simons (ligamento do joelho pelo Tottenham), último a engrossar o boletim médico.
Segundo levantamento do ge.globo.com, já são mais de 20 jogadores de diferentes continentes fora do Mundial por problemas graves, número pouco comum em ciclos anteriores.
Impacto direto no favoritismo e na janela de transferências
Com tantos craques no estaleiro, o equilíbrio do torneio pode mudar. Clubes europeus, por sua vez, monitoram a recuperação dos atletas antes de decidir se vão ao mercado. No Chelsea, por exemplo, a lesão de Estêvão pode acelerar a busca por um novo ponta para a temporada 2025/26.
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Crédito da imagem: Divulgação / FIFA