Brasileiro aponta bastidores da nova era da Audi e das regras de 2024
Gabriel Bortoleto — durante passagem por Interlagos — comentou que a troca de nomes-chave na Audi e as mudanças promovidas pela FIA têm alcance mais limitado do que o torcedor imagina, às vésperas do GP de Miami.
- Em resumo: saída de Wheatley sinaliza reestruturação interna, mas não muda cronograma da entrada da Audi na F1.
- Vale destacar: para Bortoleto, ajustes da FIA afetam detalhes, não o conceito dos carros, neste início de calendário.
Reviravolta na Audi não altera planos de 2026
O brasileiro avaliou que a saída de Wheatley, peça importante no projeto de Hinwil, faz parte de um reposicionamento natural enquanto a marca alemã prepara a estreia oficial em 2026. Segundo ele, a estrutura herdada da Sauber continua, e a chegada de novos engenheiros deve manter o ritmo de desenvolvimento. Como lembra o calendário da Fórmula 1, a Audi tem até o segundo semestre do próximo ano para homologar seu primeiro motor híbrido.
A Fórmula 1 retorna às pistas neste fim de semana com o GP de Miami, quarta etapa do calendário, depois de um mês sem corridas.
FIA aplica ajustes, mas sem “virar o jogo” das equipes
Bortoleto também minimizou o alcance das recentes alterações técnicas. Na visão do piloto, as diretrizes divulgadas para reduzir porpoising e ampliar a segurança são correções habituais do pacote 2024. “Não há espaço para mudanças profundas durante a temporada; o foco é manter equilíbrio e cortar brechas de interpretação”, ponderou.
Ele lembrou que a pausa de um mês entre Austrália e Miami abriu margem para fábricas atualizarem componentes, mas ressaltou que o teto orçamentário impõe freios: “Quem errar agora, paga caro até o verão europeu”.
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Crédito da imagem: Divulgação / Fórmula 1