Quarteto lendário sustenta marca enxuta e pressionada para 2026
Costa do Marfim – A seleção africana carrega um dado curioso em sua história mundialista: seus quatro maiores goleadores em Copas marcaram apenas duas vezes cada, gerando um empate que atravessa três edições do torneio.
- Em resumo: Didier Drogba, Aruna Dindane, Gervinho e Wilfried Bony lideram, todos com dois gols.
- Vale destacar: a equipe volta ao Mundial em 2026 buscando, enfim, um artilheiro isolado.
Drogba abriu caminho, mas não ficou sozinho no topo
Ídolo do Chelsea e maior goleador geral da seleção, Didier Drogba inaugurou a contagem marfinense ao balançar as redes contra a Argentina em 2006. Depois, repetiu a dose diante do Brasil em 2010. Ainda assim, viu sua marca ser igualada por outros três nomes da geração seguinte, mantendo o recorde coletivo.
O país soma 13 gols em Copas entre 2006 e 2014; 61% deles saíram justamente nessas três edições, mas nenhum jogador ultrapassou a barreira dos dois tentos.
Pressão redobrada para a nova geração na América do Norte
Após 12 anos fora do palco global, os “Elefantes” retornam embalados pelo título da Copa Africana de Nações de 2023. Peças como Sébastien Haller, Nicolas Pépé e o meia Franck Kessié terão a chance de romper a marca modesta e, ao mesmo tempo, levar o país a um inédito mata-mata. A transmissão dos jogos da equipe em 2026, vale lembrar, está confirmada na Record.
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Crédito da imagem: Divulgação / Federação Marfinense de Futebol