Entenda como o encontro técnico reposiciona a categoria rumo ao futuro
Fórmula 1 – Na última segunda-feira (20), todas as dez equipes, as quatro fabricantes de unidades de potência confirmadas para o próximo ciclo e a FIA votaram em mudanças que passam a integrar o regulamento previsto para 2026, temporada que marcará a chegada dos novos carros híbridos de 50% de potência elétrica.
- Em resumo: o pacote recebeu sinal verde, encerrando meses de debates sobre aerodinâmica ativa, peso mínimo e distribuição de energia.
- Vale destacar: a decisão abre caminho para a fase final de redação do texto técnico, que deve ser homologado até o meio do ano.
O que mudou após a votação
De acordo com participantes da reunião, realizada em Genebra, o acordo selou três pontos centrais: adoção de asas dianteira e traseira com elementos móveis mais simples, redução de cerca de 30 kg no peso mínimo e ajustes na recuperação de energia para tornar o MGU-K capaz de gerar picos de potência em retas. A governança esportiva havia sinalizado esses tópicos no calendário oficial de revisão de regras, mas restavam divergências sobre custos e segurança.
“As equipes de Fórmula 1, as fabricantes de motor e a FIA se reuniram para votar e decidir quais mudanças seriam aplicadas ao atual regulamento.”
Impacto imediato para fábricas e pilotos
A confirmação do novo escopo técnico força departamentos de engenharia a congelar conceitos de chassi nas próximas semanas, enquanto dinamômetros já trabalham com o limite de 400 kW elétricos. Para as fabricantes novatas, como Audi e a parceria Honda-Aston Martin, o martelo batido diminui a incerteza e permite acelerar investimentos em bancos de testes. No lado esportivo, espera-se que a redução de arrasto eleve a velocidade final e facilite ultrapassagens, alterando a dinâmica de corridas decisivas do campeonato.
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Crédito da imagem: Divulgação / FIA