Movimento mira ganhar terreno sobre rivais antes da mudança de regras
Ferrari – Em preparação para o novo regulamento da Fórmula 1, que entrará em vigor em 2026, a equipe de Maranello integrou ao seu departamento de unidades de potência um especialista que vinha atuando na Fórmula E, categoria referência em propulsão elétrica.
- Em resumo: reforço foca no gerenciamento de bateria e na recuperação de energia.
- Vale destacar: a Scuderia usa as concessões ADUO para reduzir a diferença para a líder Mercedes.
Especialista elétrico chega para acelerar evolução
A contratação se encaixa na estratégia de explorar cada ponto permitido pelo regulamento técnico da FIA, que já libera horas extras de dinamômetro (ADUO) às equipes fora do topo. O novo engenheiro, cujo nome não foi divulgado, atuará especificamente no software de recarga e na eficiência do MGU-K, áreas em que a Mercedes ainda dita o ritmo do grid.
“Segundo o portal Motorsport.com, a Ferrari vem utilizando as concessões do Additional Dyno Usage Opportunity para encurtar a vantagem da Mercedes na parte elétrica do power unit.”
Por que isso pode mudar o jogo em 2026
O próximo ciclo de motores terá proporção de 50% de energia elétrica e o uso obrigatório de combustível 100% sustentável. Nesse contexto, dominar o fluxo de bateria pode significar não apenas velocidade de reta, mas também melhor gerenciamento de pneus e estratégias de corrida. A Ferrari, terceira no Mundial de Construtores de 2023, sabe que qualquer ganho agora pode representar segundos preciosos quando o semáforo apagar na temporada de estreia das novas regras.
O que você acha? A chegada de um nome da Fórmula E será suficiente para colocar a Ferrari no nível de Red Bull e Mercedes em 2026? Para seguir todas as notícias do esporte a motor, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Ferrari