Peças mais leves já foram projetadas, mas ainda falta verba para colocá-las na pista
Williams – Recém saída de um início de temporada em que voltou a brigar por pontos, a equipe britânica revelou que seu carro continua acima do peso ideal e que o limite orçamentário da Fórmula 1 impede a adoção imediata de componentes mais leves.
- Em resumo: as peças para reduzir o peso estão prontas, porém o teto de gastos trava a produção em massa.
- Vale destacar: excesso de alguns quilos pode custar até meio segundo por volta, crucial na luta do pelotão intermediário.
Peças no papel, mas a conta não fecha
De acordo com o chefe James Vowles, a área técnica finalizou todo o pacote de alívio de peso, mas a fabricação simultânea de vários componentes estouraria o limite de US$ 140 milhões fixado para 2024 — valor que contempla desde peças até salários. Como lembra o portal ge.globo.com/motor, qualquer equipe que ultrapasse a cifra corre risco de punições esportivas e financeiras.
“As soluções existem, só que cada item novo significa descartar o antigo. No teto orçamentário, jogar material fora custa caro. Teremos de introduzir as atualizações em fases ao longo da temporada”, explicou Vowles.
Impacto direto no campeonato
Estimativas internas apontam que o sobrepeso do carro rouba entre 0s3 e 0s5 por volta — diferença que pode colocar o time dentro ou fora da zona de pontuação. Em 2023, a Williams terminou o mundial em sétimo, mas nesta temporada enfrenta concorrência mais forte de equipes como RB-Honda e Haas. Manter o ritmo de evolução sem violar o teto de gastos tornou-se, portanto, o principal dilema estratégico em Grove.
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Crédito da imagem: Divulgação / Williams Racing