Dirigente sustenta política de preços dinâmicos e promete reinvestir tudo no esporte
Fifa – Em meio à última fase de vendas para a Copa do Mundo de 2026, Gianni Infantino voltou a defender os valores “salgados” dos ingressos, que vão de US$ 65 a cifras acima de US$ 10 mil, garantindo que a receita pode ultrapassar US$ 40 bilhões (cerca de R$ 200 bilhões) e bancar “47 meses” de investimentos globais no futebol.
- Em resumo: o presidente afirma que o Mundial é a única fonte de renda da entidade e precisa sustentar quatro anos de operações.
- Vale destacar: final no MetLife Stadium já beira R$ 50 mil; transmissão no Brasil ficará por conta da Record.
Bilheteria recorde deve financiar ciclo inteiro até 2030
Falando no World Economy 2026, Infantino ressaltou que a Copa “gera em um mês o que gastamos nos outros 47”. O dirigente citou ainda que, sem essa verba, “não haveria futebol em 150 países”. Em relatório recente, o ge.globo.com confirmou a expectativa de arrecadação histórica.
“A principal, e até agora única, fonte de receita da Fifa é a Copa do Mundo. Geramos em um mês o que aplicaremos até a próxima edição”, reforçou Infantino.
Torcedor sente no bolso o efeito do preço dinâmico
Adotada pela organização em parceria com Estados Unidos, Canadá e México, a precificação dinâmica faz com que partidas de maior demanda tenham reajustes constantes. Assim, duelos como as estreias de Estados Unidos e México, além da grande final, registram aumentos sucessivos. A plataforma oficial já contabiliza mais de 500 milhões de pedidos e pouco mais de 1 milhão de bilhetes efetivamente vendidos.
Para quem busca alternativas, restam lotes-surpresa, revenda oficial — onde cifras ultrapassam US$ 100 mil — e pacotes de hospitalidade da “On Location”. Mesmo os jogos do Brasil, inserido no Grupo C, estão esgotados nesta etapa.
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Crédito da imagem: Divulgação / Fifa