Ausência do técnico na Argentina vira caso disciplinar e pode custar caro
Renato Gaúcho — A Conmebol abriu processo disciplinar para esclarecer por que o técnico não viajou com o Vasco na estreia da Copa Sul-Americana contra o Barracas Central, resultado que terminou em 0 a 0 na Argentina.
- Em resumo: a entidade analisa se a troca de inscrição e a ausência ferem o artigo 11 do Código Disciplinar.
- Vale destacar: clube tem até 15 de abril, às 13h, para apresentar a defesa e evitar sanções financeiras.
Troca de nomes na súmula acende sinal de alerta
Dias antes do jogo, o Vasco retirou Renato da lista oficial e incluiu o auxiliar Bruno Lazaroni, que acabou assinando a súmula. Horas depois da partida, o clube solicitou nova alteração e recolocou o treinador como responsável técnico — movimento que motivou a Conmebol a abrir o expediente, conforme repercutido no portal ge.
“Comportar-se de forma que o futebol e a Conmebol possam ser desacreditados é infração passível de punição”, cita o parágrafo 2, alínea f, do artigo 11 do Código Disciplinar.
Logística e calendário pesam na decisão do comandante
Segundo o presidente Pedrinho, o planejamento visou poupar atletas para uma sequência de viagens que incluía compromisso em Belém poucos dias depois. O dirigente argumenta que o elenco enxuto não permitiria manter rendimento em ambas as frentes sem desgaste elevado.
Em caso de condenação, Renato pode receber advertência formal ou multa, mas não há previsão de suspensão automática. A definição ocorrerá após a análise da defesa, etapa que costuma levar poucas semanas.
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Crédito da imagem: Divulgação / Vasco da Gama