Decisão do craque mira legado nacional antes da Copa de 2026
Akram Afif – Principal nome do futebol catari, o meia-atacante reafirmou que permanecer no Al-Sadd e chegar em ritmo máximo à seleção vale mais que qualquer vitrine europeia, mesmo diante de propostas constantes do Velho Continente.
- Em resumo: Afif recusa sair do Catar sem garantia de ser titular e prefere manter protagonismo no Al-Sadd.
- Vale destacar: Ele já soma dois títulos da Copa da Ásia e seis da liga local, além de ter sido eleito melhor jogador do continente por duas temporadas.
Interesse europeu esbarra em titularidade incerta
Clubes da Espanha, Bélgica e outras ligas sondaram o camisa 10 nos últimos anos, mas o atacante teme repetir a curta passagem por Villarreal e Sporting Gijón, quando quase não saiu do banco. Segundo reportagem do ge.globo.com, o atleta segue monitorado, mas suas prioridades são outras.
“Todo jogador sonha em jogar na Europa. Eu quero jogar amanhã, se possível. Mas não posso sair do meu país para ficar no banco de reservas”, afirmou Afif, em janeiro de 2024.
Impacto direto na seleção catari e ambição mundialista
No Al-Sadd, Afif coleciona números que explicam a idolatria: 40 participações diretas em gols nas duas últimas temporadas e oito troféus nacionais desde 2018. Esse desempenho sustenta a base da seleção, campeã asiática em 2019 e 2023, além de classificada para sua segunda Copa do Mundo consecutiva.
Com 41 gols e 132 jogos pelo Catar, o capitão é peça-chave no plano do técnico Julen Lopetegui para surpreender no Grupo B de 2026, que ainda reúne Canadá, Bósnia e Suíça. A nova fórmula, que concede vaga aos melhores terceiros colocados, mantém vivo o sonho inédito de chegar ao mata-mata – algo impensável há poucos anos.
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Crédito da imagem: Divulgação / Imago