Projeto inclui fim de quarentena e salários para diretoria cruz-maltina
Vasco da Gama – Em processo de modernização interna, o clube analisa uma reforma do estatuto que pode diminuir sua participação mínima na SAF de 20% para 10%, alterar regras de governança e autorizar remuneração para presidente e vice-presidentes.
- Em resumo: proposta libera a venda de até 90% das ações do futebol vascaíno.
- Vale destacar: texto também elimina a “quarentena” de cinco anos para dirigentes migrarem à SAF.
Venda de até 90% das ações mira novos aportes
O ponto que mais chama atenção é a possibilidade de negociação de um percentual maior da SAF. A iniciativa abriria caminho para investidores ampliarem sua fatia e já movimenta conversas com o empresário Marcos Lamacchia, interessado em aportar recursos. De acordo com o portal ge, a medida faz parte de uma estratégia de reestruturação financeira que tomou corpo após a criação da Sociedade Anônima do Futebol.
Se aprovada, a mudança reduzirá a participação mínima associativa para 10%, permitindo que o clube negocie até 90% das ações do futebol e ganhe fôlego de caixa para investimentos esportivos e estruturais.
Profissionalização e fim da quarentena aceleram transição
Hoje, integrantes da diretoria precisam esperar cinco anos para assumir cargos remunerados na SAF. A proposta extingue essa barreira, facilitando a passagem imediata de dirigentes do modelo associativo para o empresarial. Além disso, o estatuto passaria a prever salários de até 80% do teto do funcionalismo público para o presidente e valores proporcionais para vice-presidentes, sinalizando profissionalização na gestão. O atual mandatário, Pedrinho, exerce a função sem contrapartida financeira.
O que você acha? Mudanças como essa fortalecem o clube ou ferem a tradição? Para seguir por dentro das definições em São Januário, visite nossa editoria de futebol.
Crédito da imagem: Divulgação / Vasco da Gama