Conflito entre diretoria e conselho reflete tamanho do rombo alvinegro
Corinthians – Em reunião recente no Parque São Jorge, o clube aprovou contas com déficit de R$ 143,4 milhões e ouviu críticas ferozes ao contrato de Memphis Depay, considerado símbolo da crise que empurra a dívida bruta para R$ 2,7 bilhões.
- Em resumo: Presidente Osmar Stabile confessou que não há caixa para bancar o camisa 10.
- Vale destacar: Conselheiro vitalício chamou o holandês de “peso morto” e mirou o salário de R$ 6 milhões mensais.
Ataque interno expõe rombo de R$ 2,7 bilhões
O tom subiu na noite de aprovação das contas quando César Romeu Gonçalves, conselheiro vitalício, relacionou o pacote financeiro do atacante ao aumento da dívida. De acordo com dados divulgados pelo ge, o passivo corintiano já beira recorde histórico entre clubes do País.
“R$ 6 milhões por mês e mais R$ 42 milhões em pendências. Não faz gol, não dá assistência. Há quatro meses sem jogar e pagando tudo isso”, disparou o conselheiro, gerando aplausos de parte dos presentes.
Impacto esportivo e futuro do camisa 10
Contratado em setembro de 2024, Depay soma 20 gols e 15 assistências em 77 jogos, além de três títulos. Mesmo assim, o desempenho recente — nenhuma participação direta em gols nos últimos quatro meses — não justifica, na visão dos críticos, o gasto aproximado de R$ 7 milhões mensais entre salários, luvas e impostos.
Stabile admite buscar parceiros comerciais para diluir o custo, mas já alerta que “não foi provisionado nem um tostão” para cumprir cláusulas futuras do contrato, que incluem gatilhos de R$ 42 milhões atrelados a metas de gols, assistências e títulos.
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Crédito da imagem: Divulgação / Corinthians