Fabricante chinesa revela entraves e motivações para possível estreia no grid
BYD — A montadora, referência global em veículos elétricos, veio a público nos últimos dias para pôr fim às especulações sobre uma suposta candidatura a team owner e ocupar a cobiçada 12ª vaga da Fórmula 1.
- Em resumo: empresa confirma estudos, mas nega inscrição formal junto à categoria.
- Vale destacar: FIA e F1 ainda analisam a viabilidade de ampliar o grid a partir de 2026.
Por que a F1 estuda um 12º time?
Desde o sucesso comercial do novo regulamento de 2022, Liberty Media e FIA sinalizam que haveria espaço para mais um concorrente se o projeto agregar valor técnico e financeiro. O interesse do mercado aumentou depois que a federação reabriu, em 2023, um processo de avaliação de novas equipes.
“Não é nenhum segredo que o alto escalão é a favor de ter uma 12ª equipe no grid da Fórmula 1 no futuro. Inclusive, há algumas empresas que estudam a possibilidade de fazê-lo, incluindo a BYD.”
Estratégia da BYD: tecnologia elétrica e desafios de prazo
Apesar de ser líder em baterias e veículos zero emissão, a BYD destacou que a Fórmula 1 só adotará motores híbridos de segunda geração em 2026, o que exige um pacote turbo-elétrico complexo e custoso. A companhia estuda como seu know-how em células blade poderia se traduzir em ganho de eficiência energética dentro do rígido teto orçamentário da categoria.
Ainda pesam contra o projeto o tempo curto de desenvolvimento de fábrica e túnel de vento, além da necessidade de garantir patrocínios globais que justifiquem o investimento estimado em US$ 600 milhões para a entrada completa.
O que você acha? A chegada de mais um competidor elétrico poderia sacudir os bastidores do campeonato? Para ler mais análises sobre automobilismo, visite nossa editoria de F1 e categorias de base.
Crédito da imagem: Divulgação / F1