Chefe da Mercedes teme que alterações bruscas criem desequilíbrio no grid
Mercedes – Em conversa recente, Toto Wolff cobrou cautela da FIA e da Fórmula 1 ao revisar o regulamento técnico de 2026, defendendo “bisturi, não taco de beisebol” para evitar soluções apressadas que compliquem ainda mais o campeonato.
- Em resumo: Wolff quer mudanças pontuais, não uma revolução que cause efeitos colaterais.
- Vale destacar: Regras de 2026 já preveem unidades híbridas com 50% de potência elétrica e combustíveis sustentáveis.
Por que Wolff fala em “bisturi” e não em “taco de beisebol”?
O dirigente austríaco teme que decisões drásticas voltem a ampliar discrepâncias entre as equipes, cenário que a categoria tenta reduzir desde o início do teto orçamentário. Em entrevista, ele citou conversas “construtivas” ocorridas nas últimas semanas com a FIA e a FOM, reforçando a necessidade de ajustes pontuais e baseados em dados.
“Precisamos de um bisturi para refinar o regulamento, não de um taco de beisebol que crie novos problemas a curto prazo”, frisou Wolff, destacando a importância de evitar decisões “erráticas”.
Entenda o que está em jogo para 2026
O novo livro de regras trará motores mais eficientes, aumento do componente elétrico e carros cerca de 50 kg mais leves. Para Wolff, o ponto crítico será equilibrar desempenho e sustentabilidade sem sacrificar a competitividade do espetáculo. A preocupação ecoa entre outras equipes, que receiam encarar um novo “dominador” caso o regulamento nasça com brechas de desempenho.
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Crédito da imagem: Divulgação / Formula 1