Ícone das quadras fez história com a seleção e brilhou na Europa
Oscar Schmidt — maior artilheiro da história das Olimpíadas e eterno “Mão Santa” — faleceu em São Paulo, aos 68 anos, deixando o basquete brasileiro de luto e fãs em todo o mundo órfãos de seu talento único.
- Em resumo: maior pontuador olímpico, morreu aos 68 anos na capital paulista.
- Vale destacar: marcou 1.093 pontos em cinco Jogos e liderou a seleção no ouro do Pan de 1987.
Carreira lendária e números que seguem inalcançáveis
De Franca para o mundo, Oscar acumulou estatísticas que ainda assombram rivais. Segundo levantamento do ge.globo.com, nenhum outro atleta superou seus 1.093 pontos em Jogos Olímpicos ou os mais de 49 mil anotados somando clubes e seleção.
“Oscar encerrou a carreira como maior artilheiro da história olímpica, status que mantém há quase três décadas.” — dados oficiais da FIBA.
Perda impacta geração atual e memória do esporte nacional
A saída de cena do “Mão Santa” acontece num momento em que o Brasil busca retomar protagonismo internacional. Ídolo confesso de nomes como Leandrinho e Anderson Varejão, Oscar era presença constante em transmissões e palestras motivacionais, mantendo viva a chama do basquete no país.
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Crédito da imagem: Divulgação / CBB