Dirigentes perdem paciência após zagueiro faltar a nova reunião
São Paulo – A ausência de Robert Arboleda em mais uma reapresentação prometida deixou o clube sem alternativas além de preparar um processo por justa causa, medida que pode estremecer ainda mais a relação com o defensor equatoriano.
- Em resumo: Arboleda não apareceu no CT pela segunda vez e negociação pacífica ficou improvável.
- Vale destacar: Tricolor já enviou duas notificações formais e aguarda 30 dias para acionar a Justiça.
Novo “bolo” irrita diretoria e complica futuro do zagueiro
A diretoria são-paulina contava com o encontro desta quarta-feira para discutir valores de uma saída negociada, mas ouviu silêncio do jogador e de seu estafe. Segundo o GE, o clube mantém salários em dia e entende que o atleta precisaria apresentar uma justificativa robusta para evitar sanções.
“Não existe nenhuma justificativa para este ato. É uma falta de respeito com o grupo, com a direção e com a torcida do São Paulo”, afirmou o diretor de futebol Rui Costa logo após o primeiro sumiço do defensor.
Justa causa vira alternativa, mas prejuízo técnico preocupa
O regulamento interno do clube, amparado pelo departamento jurídico, exige um prazo de 30 dias de ausência injustificada para sustentar o rompimento unilateral. Enquanto isso, o técnico Roger Machado segue com o elenco reduzido na zaga, posição em que Arboleda atuava desde 2017 e colecionava títulos como Paulistão, Copa do Brasil e Supercopa.
Longe dos gramados desde 3 de abril, o equatoriano alegou a pessoas próximas perda de espaço sob o novo comando, mas não formalizou a queixa. A situação ocorre em pleno início de Campeonato Brasileiro, fase considerada chave para definir as ambições do Tricolor na temporada.
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Crédito da imagem: Divulgação / São Paulo FC