Novas unidades de potência e carro mais leve ainda não convenceram completamente
Fórmula 1 – A estreia do regulamento de 2026, já colocada à prova em Melbourne, Xangai e Suzuka, abriu uma série de interrogações que nem a pista foi capaz de responder por completo.
- Em resumo: Equipes relatam desconfiança sobre equilíbrio entre ICE e parte elétrica dos novos motores.
- Vale destacar: O pacote de aerodinâmica ativa segue sem consenso quanto à eficácia para melhorar as disputas roda a roda.
Potência dividida 50/50 continua tema central
Com o fim do MGU-H e a meta de gerar metade da potência via parte híbrida, engenheiros reclamam de limites de bateria, sobretudo em retas longas. Reportagem da ESPN mostra que, em Xangai, algumas equipes tiveram de poupar energia já na volta 40 para evitar quedas bruscas de velocidade.
“Estamos aprendendo a cada quilômetro, mas o gerenciamento de energia ainda está longe do ideal”, reconheceu um diretor técnico, reforçando que o consumo de combustível de fontes sustentáveis também entrou na conta.
Aerodinâmica ativa gera debate sobre segurança e espetáculo
Outra aposta do regulamento, as asas móveis dianteira e traseira em modo automático deveriam reduzir o arrasto nas retas e ampliar o efeito solo em curvas. Ainda assim, pilotos relataram oscilações inesperadas em alta velocidade, principalmente nas ondulações de Suzuka. Federações locais pedem relatórios extras antes de etapas de rua como Mônaco e Singapura.
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Crédito da imagem: Divulgação / Fórmula 1