Tentativa alvinegra visava evitar processo no Juizado Especial Criminal
Corinthians – Nos últimos dias, o clube do Parque São Jorge procurou o rival Palmeiras para selar uma trégua após a confusão registrada na Neo Química Arena, esperando que o caso não fosse encaminhado ao Jecrim (Juizado Especial Criminal). A proposta, entretanto, foi rechaçada pelo Verdão.
- Em resumo: Timão sugeriu acordo extrajudicial para encerrar a pendência.
- Vale destacar: Palmeiras entendeu que a questão deve seguir o rito legal previsto.
Como foi a proposta de paz
Segundo apuração da ESPN, a diretoria corintiana tentou construir um termo de compromisso que incluía o reconhecimento mútuo de responsabilidades e a desistência de qualquer ação judicial. A ideia era evitar que dirigentes, atletas ou membros da comissão técnica tivessem de comparecer ao Jecrim, procedimento comum quando há registro de tumulto em partidas de grande porte no país. O movimento, porém, não avançou porque o Palmeiras considerou o caminho jurídico mais adequado — postura semelhante à adotada em clássicos recentes, de acordo com matéria publicada no ge.
“Não há convergência sobre o encerramento administrativo do episódio; seguimos colaborando com as autoridades competentes”, relatou uma fonte ligada às tratativas, em declaração reproduzida pela reportagem original.
Rivalidade segue acesa e pode render punições
O desfecho mantém viva a tensão de um dos confrontos mais tradicionais do futebol brasileiro. Além da repercussão esportiva, o caso pode resultar em denúncias no STJD e multas financeiras, dependendo do relatório da arbitragem e dos laudos da Polícia Militar. Para o Corinthians, a negativa amplia o risco de perda de mando de campo, enquanto o Palmeiras avalia que a responsabilização judicial é necessária para coibir novos incidentes.
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Crédito da imagem: Divulgação / Corinthians