Contrato pode render R$ 50 milhões anuais e vigorar até 2044
Nubank – O banco digital deu a cartada final para estampar seu nome no estádio do Palmeiras, suplantando todos os acordos de naming rights já assinados no futebol brasileiro e redefinindo o mercado de patrocínio de arenas.
- Em resumo: negócio estimado em R$ 50 milhões por temporada, o maior valor do país.
- Vale destacar: três opções de nome irão a voto popular, com oficialização prevista para 4 de maio.
Como o acordo foi costurado e o que muda na arena
Após nove meses de negociação com a WTorre, gestora da arena, o Nubank superou a Allianz, parceira desde 2013. Segundo reportagens do ge.globo, o contrato é “de longo prazo” e pode chegar a 2044, quando a administração do estádio passa ao clube alviverde.
“Essa casa dos R$ 50 milhões anuais é o maior já registrado por um contrato de naming rights no futebol brasileiro.”
As mudanças visuais – envelopamento externo, sinalização interna e ativações de marca – devem começar somente em julho, durante a pausa do calendário para compromissos internacionais de seleções. Até lá, o Palmeiras segue mandando jogos no Allianz Parque.
Impacto financeiro para Palmeiras e reflexo no mercado
Embora não tenha participado das tratativas, o Palmeiras é parte interessada: pelo acordo original, o clube tinha direito a 15% dos repasses de naming rights, o que gerava cerca de R$ 4 milhões anuais. Mantida a mesma proporção, a fatia salta para aproximadamente R$ 7,5 milhões por temporada – verba preciosa em meio à disputa do Brasileirão e da Libertadores.
A cifra recorde pressiona rivais que buscam elevar seus contratos. O Corinthians, por exemplo, sinaliza querer R$ 60 milhões anuais para substituir a Hypera Pharma na Neo Química Arena, mais que o dobro do valor atual.
O que você acha? O investimento do Nubank vai elevar a régua de patrocínios no futebol brasileiro? Para seguir acompanhando o tema, acesse nossa editoria de Futebol.
Crédito da imagem: Divulgação / WTorre