Plano rubro-negro inclui marca feminina e hotel 5 estrelas na Gávea
Flamengo – Mesmo após a eliminação na Copa do Brasil, a diretoria rubro-negra sustenta a meta de faturar R$ 3 bilhões até 2030, apostando em fontes de renda que vão muito além do futebol.
- Em resumo: Clube mira negócios como moda casual feminina, hotelaria e serviços no Maracanã para turbinar o caixa.
- Vale destacar: A projeção sugere salto de R$ 1 bilhão em quatro anos, superando limites de direitos de TV e bilheteria.
Negócios fora das quatro linhas
A estratégia, detalhada pelo presidente Luiz Eduardo Baptista em videocast, foca em setores com maior margem de crescimento, conforme antecipou o portal ge.globo.com.
“Tem uma série de coisas que vamos fazer que não têm absolutamente nada a ver com futebol e que vão turbinar esse aumento de receita”, revelou Bap.
Entre os projetos, a linha de moda “Gávea” visa o público feminino, apontado em pesquisas internas como responsável por volume expressivo de compras no setor. Outro pilar é a construção de um hotel cinco estrelas na sede social, na Zona Sul do Rio, transformando território rubro-negro em ativo imobiliário de alto padrão.
Maracanã e experiência do torcedor entram no pacote
No campo esportivo, a diretoria quer elevar a ocupação dos 71 mil lugares do Maracanã a partir de 2027 e lançar um aplicativo de delivery para pedidos durante as partidas. A expectativa é ampliar a receita em dias de jogo e oferecer comodidade ao torcedor.
O clube já foi pioneiro ao superar R$ 1 bilhão em 2021 e bater R$ 2 bilhões em 2025. Agora, pretende repetir o feito no mercado brasileiro, mantendo previsão de R$ 1,8 bilhão para 2026 e retomando a marca de R$ 2 bilhões a partir de 2028.
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Crédito da imagem: Divulgação / Flamengo